sábado, 17 de março de 2007

Mãos


Porque às vezes também é preciso pensar... aqui fica um tema de reflexão:

"Há mãos que sustentam e mãos que abalam.
Mãos que limitam e mãos que ampliam.
Mãos que se abrem e mãos que se fecham.
Há mãos que afagam e mãos que agridem.
Mãos que ferem e mãos que cuidam das feridas.
Mãos que destroem e mãos que edificam.
Há mãos que apontam e guiam e mãos que desviam.
Mãos que são temidas e mãos que são desejadas e queridas.
Mãos puras e mãos que carregam censuras.
Há mãos que escrevem para promover e mãos que escrevem para ferir.
Mãos que pesam e mãos que aliviam.
Mãos que operam e que curam e mãos que "amarguram".
Há mãos que se apertam por amizade e mãos que se empurram por ódio.
Mãos finas que provam dor e mãos rudes que espalham amor.
Mãos que oram e imploram e mãos que devoram.
Onde está a diferença?
Não está nas mãos, está no coração"

quinta-feira, 15 de março de 2007

Melhores dias virão!


Uma musiquinha para animar alguém atacado pela gripe e pela tristeza!

quarta-feira, 14 de março de 2007

Coincidências e diferências

É russo, multimilionário e dono do Chelsea, e hoje é notícia não por ter despedido José Mourinho ou feito alguma contratação milionária para os “Blues”.
Aos 40 anos o senhor divorciou-se!
Estava casado com Irina, de 39 anos, desde 1991 e tem cinco filhos, conheceu-a quando ela (louríssima) era hospedeira.
Os pormenores da “quitação” (tornei-me perita nestes termos) não foram revelados, porque Abramovitch é muito reservado, mas dizem as más línguas dos jornalistas que a senhora deverá receber sete mil milhões de libras.
Poderá, o senhor deitar a cabeça na almofada e dizer, com toda a certeza: “à minha mulher e aos meus filhinhos não vai faltar nada”.
Será importante lembrar que o senhor é, segundo a Forbes, detentor da 16ª maior fortuna do Mundo, com valores que rondam os 14,2 mil milhões de euros.
As más línguas dizem também que esta separação tem um nome, um rosto e, provavelmente, muito amor pelo senhor Abramovitch: Daria Joukuva, 25 anos, filha de um milionário e ex-namorada do tenista russo Marat Safin.
Só me apetece dizer… há coincidências e há muitas “diferencias” (eu sei que está mal escrito, mas se escrevesse bem não rimava).

terça-feira, 13 de março de 2007

Na cama.... com os nossos amigos

Estava agora mesmo em amena cavaqueira telefónica com uma amiga, e estando ambas com uma "telha" à antiga portuguesa, soltámos uma boa gargalhada em unissono, após uma frase dela, que foi: "Ó pá, é sempre bacalhau com batatas e, às vezes, sem azeite!"
Esta frase foi a conclusão de uma apreciação de caractér erótico-sexual que estávamos a fazer sobre um amigo dela e a apreciação seria, hipoteticamente, proferida pela "Maria" dele.
Mas, de facto, as mulheres muitas vezes tendem a fazer este tipo de apreciações em relação aos amigos, chefes e aos colegas de trabalho. Olhamos para eles, com um olhar distante, mas não inocente e imaginamos como serão na horizontal. Muitas vezes até vamos ao ponto de imaginar como se transformarão na cama as manias que têm no seu dia-a-dia profissional.
Porque a maior parte das vezes, aqueles que têm um ar muito "certinho" costumam ser uns verdadeiros Ases. Enquanto que aqueles que se gabam muito, normalmente têm as cábulas escritas na mão!
Por isto meninos, ponham-se à tabela quando virem uma colega a olhar-vos com olhar sonhador, quem sabe o que ela estará a pensar!

segunda-feira, 12 de março de 2007

Eu e o meu nariz

Sempre vivi muito em função do meu nariz!
Gosto de cheirar a vida. Gosto do cheiro do café acabadinho de fazer, do cheiro do cachimbo, do cheiro das torradas, do cheiro a terra molhada quando, no Outono, caiem as primeiras chuvas, do cheiro do pescoço do Ika, do cheiro da cama feita de lavado. Gosto dos cheiros que invadem as nossas narinhas diariamente e que associados a pessoas ou a situações que nos são mais ou menos agradáveis.
Este Sábado à noite, estava na varanda a olhar para a serra e senti o cheiro da Primavera. É um aroma morno, que nos lembra roupas mais leves e serões com os amigos na esplanada ou nos jardins da nossa infância e juventude. Lembra-nos conversas, cafés com natas, risos, namoros e diversão, lembra pamplonas e concertos do Delfins. Bons cheiros são boas lembranças e a minha vida está cheia de cheirinhos tão bons!

Ele há coisas!!!

Telepatia, silêncio, calma
Feitiçaria da tua alma
Passo a passo, sem ter medo
Abrímos, soltámos o nosso segredo
E a sorrir devorámos o mundo
Num abraço tão profundo
Telepatia, sem contratempo
Deixei-te um dia, num desalento
E eu sonhava, existia
P'ra sempre, p'ra sempre foi pura poesia
Sem pensar não vi que passavas
Pelo meu corpo não ficavas
E a sorrir devorámos o mundo
Num abraço tão profundo
Telepatia, silêncio, calma
Feitiçaria da tua alma
Telepatia Telepatia....

domingo, 11 de março de 2007

O importante é que tenha saudinha!

Não querendo transformar este espaço num elogio à libertinagem, volto hoje a falar sobre o pénis, depois de já o ter feito aqui hà relativamente pouco tempo.
A verdade é que depois de alguém se ter dedicado a elaborar estatísticas sobre o tamanho, os norte-americanos concluíram que afinal a satisfação sexual das mulheres tem mais a ver com o diâmetro do órgão, do que com o comprimento propriamente dito.
Entre 50 inquiridas, num estudo sobre percepções do prazer feminino de uma Universidade do Texas, 45 confirmaram que a espessura é determinante, e apenas cinco deram mais importância ao tamanho.
Assim, refere o estudo, “os resultados são estatisticamente significativos, pelo que o diâmetro deve ser levado mais em consideração quando se fala do tamanho do pénis”.
Li sobre este estudo na NM de hoje, e eis que duas ou três páginas depois dou de caras com a rubrica “O sexo e a Cidália” que também fala sobre a matéria.
Diz a autora que “a hora do banho é para os homens a hora da vergonha. É aí que a virilidade vai pela pia abaixo. Os homens têm de regar o tamarindo; e, regando a coisa perde o vigor. Uma mulher – por mais que a intimidade reine num casal – entra numa casa de banho para ir buscar um desodorizante e descobre o homem como se fosse um guarda-redes: as mãos a protegerem as partes ainda que nenhuma bola venha por aí de rompante. As mulheres (e os homens que adeptos dos membros dos outros ) são uma espécie de adversário quando entram e os encontram no banho”.
Com tanta medição qualquer dia vão os senhores andar de fita métrica no bolso, e antes de qualquer aventura terão de dizer: “x de comprimento, por y de diâmetro… agrada-te????”
Por isso, termino com um “conselho” da crónica “Sexo e a Cidália”: “Homens de uma vez por todas, esqueçam o tamanho. A pila não é um membro superior. Seja grande ou pequenina, o que importa é que tenha saudinha!”